O desenvolvimento da humanidade, um eterno movimento de transformação, sugere que todos os sistemas, que interagem entre si, sejam tocados e envolvidos pelo produto mais abrangente dentro de um sistema maior: o ambiente mais forte.
Um sistema empresarial, por exemplo, mergulhado no mercado mundial, tende a seguir o movimento de sua trajetória, mesmo que esta leve ao caos.
O que pode ainda passar despercebido pelas estratégias empresariais é a base, quase oculta, de seu movimento interno. Antes de a humanidade seguir uma direção de atuação, esta já é determinada pela Lei inicial de sobrevivência e manutenção das espécies. Este movimento maior, sutil em sua expressão para o intelecto, determina a ordem entre todos os sistemas existentes.
As decisões baseadas em uma pseudo-evolução humana e tendências mercadológicas, que mostram claramente o colapso entre os sistemas, não levam em consideração a Inteligência Natural da vida, e por isso não observam os recursos óbvios que colocariam qualquer estrutura em equilíbrio.
No universo institucional, como em outros sistemas, níveis de desenvolvimento, ambientes empresariais e tipos de resultado surgem conforme os níveis de consciência de seus criadores.
Alinhado ao fluxo natural, um sistema garante seu desenvolvimento equilibrado, com resultados significativos. Considerando-se aqui, resultado significativo, não só o referido a valores monetários, como também posição no mercado, imagem na sociedade, relacionamentos consistentes e generativos (internos e externos) e comunicação clara e fluída em todas as interações do sistema organizacional.
O movimento da humanidade sugere a transformação dos ambientes, para que os produtos a serem gerados, estejam de acordo com a necessidade de tal desenvolvimento. Transformar ambientes traz uma garantia segura de mudança consciente e gradativa, quando pessoas estão envolvidas no processo. E como ambiente, considera-se tudo e todos dentro do sistema, e suas interações.
Pessoas, quando estão em determinados níveis de consciência, solicitam, mesmo que de forma inconsciente, que as organizações acompanhem o movimento do desenvolvimento da espécie humana. Em uma lógica de sobrevivência natural, é preciso transformar o “lugar” em que se “vive” para que este acolha a nova fase da vida.
Há dois sentidos na direção da vida de pessoas ou empresas: acompanha-se o movimento de desenvolvimento, ou entra-se em colapso, e quando colapsa, tende a acabar caso não se transforme.
A transformação consciente, cuja interação é diretamente ligada à estrutura mestra desenvolvida no Modelo Essencial e comunicada de forma sistêmica, garante o alinhamento de qualquer estrutura dentro do fluxo natural de desenvolvimento da vida e suas exigências. |